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Amigos, que este sentimento de alegria pela perspectiva do recomeço acompanhe cada um por todo o ano.
Amem. Riam. Chorem. Alegrem-se. Fiquem tristes. Durmam. Acordem. Rezem bastante. Dancem com as pessoas! Faz parte de sermos humanos a oportunidade de superarmos nossas falhas, melhorarmos a cada ano e celebrarmos. Feliz 2009! Tatiana Mura e Susana Spago.
Vozes que se vêem – Guia de Legendagem para Surdos, é o livro, editado pelo Instituto Politécnico de Leiria em conjunto com a Universidade de Aveiro, da autoria de Josélia Neves, e que trata de legendagem para surdos, de forma inovadora. Josélia é docente da área da tradução no Instituto Politécnico de Leiria, em Portugal.
O guia descreve um modelo de legendagem, que visa a tradução ou adaptação de toda a componente sonora (verbal e não-verbal) do texto audiovisual em forma de legendas compostas por conteúdos verbais e icônicos. Estas orientações são aplicáveis, de forma genérica, à legendagem para TV embora, com os devidos ajustes, se aplique também a outros meios - cinema, DVD e produtos multimédia. O manual dá também indicações para a realização de trabalhos de legendagem para surdos em programas radiofônicos que sejam transmitidos pela Internet, ou mesmo em legendagem em concerto. A investigação de Josélia Neves, para fazer este trabalho, incluiu vários testes. “Testamos uma metodologia de legendagem que utiliza cores, ícones, ‘smiles’ para identificar emoções, em 50 programas de uma telenovela transmitida pela SIC”, ela informa.
A maior dificuldade foi a de “transmitir emoções”. Os elementos iconográficos usados para estes casos são simples “smiles” para fazer passar “o riso, a ironia, a zanga”. “O mais difícil foi encontrar a medida justa que deixe espaço a quem recebe a mensagem” para a decodificar, até porque, lembra, “um tradutor não pode ou não deve interpretar emoções”, acrescenta Josélia Neves.
A aquisição do livro (12,50 €) pode ser feita nas diversas livrarias em Leiria, como: Livraria Bisturi, Livraria Americana, Livraria Martins, Livraria Arquivo, Livraria Boa Leitura. Dica de livraria que conhecemos no Porto e que vende por internet: www.mundolivro.net. Uma boa pesquisa na internet poderá lhe trazer outras dicas.
Edição: Universidade de Aveiro e Instituto Politécnico de Leiria
Autoria: Josélia Neves, Doutorada em Estudos de Tradução pela Universidade de Surrey Roehampton (Londes) – ISBN: 9789727892457 – Ano: 2007
As empresas chiaram muito quando a questão de quotas caiu em sua cabeça, e os órgãos governamentais exigiram obediência. Passados os percalços e já acostumados com as contratações, as empresas enfrentam agora o dia-a-dia dos problemas com funcionários, tanto deficientes como não.
Ao tentar exercitar uma supervisão mais pontual, não raro os gerentes e chefes estão se digladiando sobre como lidar melhor com esta questão que lhes caiu no colo. Tem que supervisionar e chegar a uma decisao final sobre questões pendentes.
Nao raro, os surdos lhes solicitam contatar um intérprete, especialmento quando os conflitos começam a ficar sérios e não há compreensão de ambos os lados. Isto é mais uma despesa? Não considere assim. O seu turn-over com os surdos diminuirá muito se você contratar um intérprete que esteja presente em reuniões de trabalho e outros momentos de maior relevância nas operações.
Se você programar a contratação com antecedência de 15 dias ou mais, e estabelecer uma regularidade, pode crer que a despesa será muito, muito pequena, frente ao benefício de maior harmonia e resolução de conflitos. Contrate sem uma programação e com apenas uma semana de antecedência, o preço aumenta. Mesmo assim, vale a pena.
Não deixe que os conflitos do dia-a-dia prejudiquem a grande conquista que foi estabelecer em seu quadro de funcionários, um grupo de pessoas deficientes, não só realizando a quota porém, mais do que isso, abrindo as portas à diversidade. Contrate um intérprete. Ele será de grande ajuda para melhorar a comunicação com os surdos.

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